A Reforma Tributária não é um problema do seu contador. É um ultimato operacional para o seu estoque e seu caixa.
Se você perguntar a 10 donos de lojas de moda qual o maior medo deles, 9 dirão "ficar sem vender". Eles estão olhando para o lugar errado. Em 2026, o perigo real não é a falta de vendas, é a venda cega.
Durante décadas, o varejo brasileiro operou com uma margem de erro tolerável. O estoque físico não batia exatamente com o virtual? "Ajusta no inventário anual". O preço de venda foi calculado com base no feeling? "Se sobrar dinheiro no caixa, deu lucro".
Esse tempo acabou.
A Reforma Tributária e a digitalização fiscal transformaram a Receita em um auditor onipresente. O Fisco hoje tem mais capacidade de processamento de dados do que a sua loja. Ele sabe o que você comprou, o que vendeu e o que deveria ter em estoque, em tempo real.
Se a sua operação não tem a mesma velocidade, você está sangrando margem por três feridas abertas.
Muitos lojistas ainda usam o markup multiplicador simples (x2, x2.5) ignorando a complexidade tributária atual.
O problema? Com a nova estrutura tributária, o imposto não é mais uma linha fixa. Ele varia conforme a origem do produto, o destino da venda e o regime tributário. Se o seu sistema não calcula isso automaticamente no momento da entrada da nota, você define um preço de venda achando que tem 15% de margem líquida, quando na verdade tem 2%. Você está trocando dinheiro e trabalhando de graça para a indústria e para o governo.
A solução illimitar: O illi não aceita "chute". Ele projeta o custo real do produto já considerando a carga tributária de saída. Você vê a margem antes de colocar a etiqueta na peça.
Você vendeu uma peça no e-commerce que consta no sistema, mas não está na prateleira. Ou pior: vendeu no balcão uma peça que, fiscalmente, nunca entrou. Antigamente, isso era "desorganização". Em 2026, isso se chama inconsistência fiscal rastreável.
O cruzamento de dados é automático. Se você emite nota de saída de um produto sem nota de entrada, ou se seu inventário fiscal não bate com o giro declarado, o alerta acende na Secretaria da Fazenda. A multa por essa inconsistência costuma ser maior que o lucro de um mês inteiro de operação.
A solução illimitar: Integração nativa. O PDV (caixa), o Estoque e o Fiscal são o mesmo organismo. Vendeu? Baixou. Comprou? Entrou. Sem delay, sem planilha auxiliar.
Imposto recuperável que não é creditado é dinheiro jogado no lixo. No varejo de moda, com alto giro e mix variado, é humanamente impossível controlar créditos tributários manualmente. Se você depende do contador receber seus XMLs no fim do mês para te dizer quanto pagar, você está pilotando um carro olhando pelo retrovisor.
Sistemas desconectados fazem você pagar imposto maior ou perder créditos legítimos por falha de registro. Isso drena seu fluxo de caixa silenciosamente, mês a mês.
Não existe mais "meio termo" ou "depois eu vejo". O varejo de 2026 se divide em dois grupos:
Os Amadores: Que tentam gerir a complexidade tributária com planilhas e sistemas legados, correndo risco diário de passivo fiscal.
Os Profissionais: Que automatizaram a burocracia para focar no cliente.
A tecnologia deixou de ser um "luxo" de grandes redes. É a ferramenta básica de sobrevivência.
A Pergunta para sua operação: Se a fiscalização batesse na sua porta hoje e pedisse o relatório de estoque fiscal dos últimos 90 dias, você entregaria com confiança ou entraria em pânico?
Se a resposta for pânico, precisamos conversar.